Atualização 09/12 - Vacina covid da Pfizer causa hospitalização de duas pessoas no primeiro dia de vacinação na Inglaterra.

A MHRA emitiu o seguinte comunicado:

"Qualquer pessoa com histórico de reação alérgica significativa a uma vacina, medicamento ou alimento (como histórico anterior de reação anafilactoide [semelhante à anafilaxia] ou aqueles que foram aconselhados a carregar um autoinjetor de adrenalina) não devem receber a vacina Pfizer / BioNtech.

Instalações de reanimação devem estar disponíveis o tempo todo para todas as vacinações. A vacinação só deve ser realizada em instalações onde existam medidas de reanimação".
Atualização 08/01 - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ressalvou que o uso emergencial de uma vacina será liberada apenas para o público previamente definido e testado nos ensaios clínicos.
Atualização 19/01 - A Bharat Biotech divulgou orientação que pessoas com qualquer histórico de alergia; imunocomprometidas ou tomando medicamentos que afetam seu sistema imune; com distúrbios hemorrágicos ou tomando medicamentos que "afinam o sangue"; com febre; grávidas ou amamentando; ou que receberam outra vacina covid-19 não devem ser inoculadas com a Covaxin – imunizante que utiliza a mesma tecnologia da vacina chinesa CoronaVac, autorizada para uso no Brasil.

"Conforme prática aceita em nosso país [Rússia], os critérios do protocolo são transferidos para as bulas das vacinas", explicou Ignatyev em coletiva de imprensa.

"Hoje, no protocolo de ensaios clínicos de vacinas covid experimentais, as pessoas com diagnósticos de asma e diabetes são listadas como critérios de não admissão, elas não podem se voluntariar".

"Levando em consideração o primeiro uso dessas vacinas, não acho que eles vão optar por usá-las em pessoas com esses diagnósticos", ponderou Ignatyev questionado se as pessoas com diabetes e asma têm contra-indicações para a vacinação.

Além disso, segundo o cientista, um histórico de câncer também será uma contra-indicação para a inoculação.

O Centro desenvolveu sua própria vacina inativada de vírus inteiro contra o coronavírus SARS-CoV-2, a mesma tecnologia da vacina chinesa CoronaVac.

"Esperamos concluir os testes clínicos em novembro", informou o serviço de imprensa, citando Aidar Ishmukhametov, diretor-geral do Centro.

A produção em escala deve começar em fevereiro de 2021.

Em agosto, o diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamalei, Alexander Ginzburg, já tinha alertado para o fato de que as vacinas covid podem não ser adequadas para todas as pessoas. Segundo o cientista, qualquer substância pode provocar agravamento, por isso, pacientes com doenças crônicas devem consultar especialistas.

* Com informações da TASS, The Guardian

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