O ranking agregado do Financial Times avalia duas componentes formativas: os programas de inscrição aberta e os programas customizados para empresas.

São analisados critérios como as metodologias de ensino, a qualificação do corpo docente, a contribuição para novas competências e aprendizagens, e o retorno do investimento dos participantes.

Nesta edição, Portugal é o terceiro país da Europa mais bem representado ficando apenas atrás da França e do Reino Unido. Os primeiros três lugares a nível mundial são ocupados pela francesa HEC Paris, pela espanhola Iese Business School e pela suíça IMD Business School.

A Nova School of Business & Economics (Nova SBE) é a escola portuguesa melhor posicionada, ocupando a 22ª posição. A instituição lidera no país na avaliação global e na apreciação dos programas abertos (20º lugar a nível mundial).

A Católica Lisbon School of Business & Economics conqustou o 27º lugar na lista geral, destacando-se na formação de programas customizados, com a melhor classificação do país, a 19ª melhor do mundo, e a 12ª melhor a nível europeu. A universidade destacou-se nos critérios de métodos e materiais de ensino e novas competências e aprendizagens.

A Porto Business School aparece no 40º lugar, seguida do ISEG Lisbon School of Economics and Management, estreante no ranking de formação executiva.

Internacionalização é chave na Nova SBE

O corpo docente da Nova SBE conta com 50 professores estrangeiros e entre os 17 mil ex-alunos somam-se cem nacionalidades. Os mestrados com início em setembro receberam três mil candidaturas, sendo 65% de alunos de outros países.

Atualmente, a Nova SBE tem 5.000 alunos em programas de licenciatura, mestrado e doutoramento, destacando-se dez nacionalidades: alemã, italiana, francesa, brasileira, austríaca, espanhola, belga, moçambicana, chinesa e holandesa. Já a formação de executivos é frequentada por 7.500 alunos de 37 diferentes nacionalidades.

A estratégia que a escola tem desenvolvido nos últimos anos é um dos principais fatores apontados para o reconhecimento no ranking do Financial Times.

"Apostamos no desenvolvimento de conhecimento aplicado à realidade das empresas, e convidamos parceiros a construir conosco as melhores soluções educativas, com impacto na visão, estratégia e negócio dessas organizações. Mas não perdemos a perspetiva acadêmica da fronteira do conhecimento, e a reflexão critica e a criatividade. Este equilíbrio traduziu-se na avaliação realizada pelos participantes dos programas de formação de executivos, avaliando a Nova SBE Executive Education no top 15 mundial, na dimensão de aplicabilidade prática do conhecimento adquirido", explica Daniel Traça, dean da Nova SBE.

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