O memorando de entendimento foi assinado pelo secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, e pelo secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais da pasta, Marcos Troyjo. Da parte britânica, firmou o documento o ministro do Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, Conor Burns.

O Fundo financiará ações em cinco eixos: inserção de micro, pequenas e  médias empresas nas cadeias globais de valor; melhoria na eficiência  dos portos; apoio do ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação  e Desenvolvimento Econômico (OCDE); propriedade intelectual e  regulação.

Cronograma

As ações para estimular a inserção internacional das empresas  brasileiras e melhorar a eficiência dos portos, informou o Ministério da  Economia, deverão começar em setembro. O projeto de propriedade  intelectual está em fase de licitação, e o documento que define as  diretrizes do projeto de regulação está prestes a ser concluído.

Com relação ao apoio à entrada do Brasil na OCDE, o governo do Reino Unido e a organização, que reúne as economias mais industrializadas do planeta, assinaram memorando de entendimento em maio, para agilizar os  projetos a serem executados pelo Secretariado da Organização.

Outros investimentos

O fundo britânico informou, ainda, que pretende investir outros 80  milhões de libras no Brasil (cerca de R$ 400 milhões) nas áreas de  facilitação de comércio, ambiente de negócios, energia, cidades  inteligentes, finanças verdes e saúde. O Prosperity Fund tem orçamento  de 1,2 bilhão de libras (em torno de R$ 6 bilhões) para investir em  países em desenvolvimento até março de 2023.