Um dos fatores considerados para suspender a identificação biométrica foi que o leitor de impressões digitais não poderia ser higienizado a cada utilização.

Argumenta-se também que a identificação favorece aglomerações, pois o processo seria mais demorado do que a coleta de assinatura, gerando filas maiores.

Especialistas do Hospital Sírio Libanês, da Fundação Fiocruz e do Hospital Albert Einstein estão orientando o TSE na elaboração de um protocolo de segurança sanitária que reduza o risco de contágio nos locais de votação.

A Justiça Eleitoral iniciou o cadastramento biométrico em 2008, e já colheu as impressões digitais de 120 milhões de eleitores, que estariam aptos a votar pelo novo sistema. O TSE planeja cadastrar todo o eleitorado, mais de 150 milhões de pessoas, até 2022.

Em 2020, o primeiro turno das eleições municipais será realizado em 15 de novembro e o segundo turno em 29 de novembro.

* Com informações da Agência Brasil

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