Segundo a Secretaria da Saúde, a paralisação dos serviços médicos na cidade de 12,2 milhões de habitantes tem "o objetivo de garantir a segurança dos usuários".

"Após a normalização da situação epidemiológica, serão feitos os reagendamentos junto aos usuários", diz nota da Secom.

Em caso de urgência, a Prefeitura sugere à população recorrer a prontos-socorros e UPAs "mais próximo de sua residência".

Segundo a nota, foram criados mecanismos para monitoramento semanal das populações mais vulneráveis, dentre elas, pessoas com doenças crônicas, idosos, gestantes, puérperas, recém-nascidos, pessoas com deficiência física, doença mental ou em risco nutricional, pacientes em assistência domiciliar e emergências em odontologia.

"O monitoramento é realizado por meio de contatos telefônicos ou presencialmente, com o intuito de dar continuidade ao acompanhamento e identificar precocemente situações de risco que necessitam de intervenção ou atendimento para avaliação clínica do paciente. Se acontecer essa necessidade, o paciente é atendido e todas as medidas para o seu cuidado são tomadas".

Covas hospitalizado

Após sentir desconforto abdominal, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi hospitalizado no Sírio-Libanês na tarde desta quarta (13). Os resultados iniciais dos exames indicam que trata-se de uma colite.

O Prefeito vem sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas por David Uip, Roberto Kalil Filho, Artur Katz e Tulio Pfiffer.

Covas faz tratamento contra um câncer, diagnosticado inicialmente na cárdia, transição entre estômago e esôfago, e passou por oito sessões de quimioterapia.

No último boletim médico, divulgado em 28 de abril, a equipe do Sírio-Libanês relatou que Bruno Covas continua com câncer nos linfonodos, sendo necessário que ele continue com o tratamento de imunoterapia.

* Com informações da Secom/PMSP, G1

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