A Secretaria de Estado de Saúde mantém a campanha de vacinação contra sarampo, agora realizada em mais nove cidades do Estado de São Paulo devido à circulação do vírus.

A ação vai até 16 de agosto. Vacina é único método eficaz de prevenção contra a doença.

O público-alvo são jovens com idade de 15 a 29 anos, considerada mais vulnerável a infecções devido a menor procura pela segunda dose da vacina.

A campanha já estava em curso na capital paulista, Guarulhos, Osasco,  São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Agora a ação  está em Barueri, Carapicuíba, Diadema, Mairiporã, Mauá, Santana de  Parnaíba, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Taboão da Serra.

No sábado (20), foi realizado o “Dia D”, quando foram imunizadas 223,3 mil pessoas, segundo balanço da Secretaria da Saúde.

Desde quarta-feira (17), doses da vacina têm sido disponibilizadas em  postos volantes instalados em estações do Metrô, CPTM (Companhia  Paulista de Trens Metropolitanos), EMTU (Empresa Metropolitana de  Transportes Urbanos de São Paulo), ViaQuatro e ViaMobilidade. A  programação é divulgada semanalmente pelas secretarias e pode ser consultada aqui.

Casos no Estado

Em 2019, até o momento, foram confirmados 484 casos de sarampo em SP. Desse total, 75% se concentram  na capital, com 363 casos. Na cidade de São Paulo, a campanha começou em  10 de junho, com a meta de vacinar 2,9 milhões de pessoas na faixa  etária indicada.

Embora representem aproximadamente 20% da população paulista, esses jovens respondem por cerca de metade dos casos do Estado.

Outros 36 casos (17,5%) abrangeram crianças com menos de 12 meses,  público já abrangido na rotina pelo Programa Nacional de Imunizações  (PNI), que prevê administração da tríplice viral aos 12 meses, e um  reforço aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e  varicela).

Os profissionais de saúde das redes pública e privada também devem  estar imunizados, considerando a possibilidade de contato com pessoas  infectadas.

Há contraindicação para gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos.

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