Os imunizantes que têm registro definitivo na Anvisa são vacinas gênicas – mRNA e adenovírus recombinante – fabricadas pela Fiocruz (vetor viral), sob licença da AstraZeneca/Oxford, e pela Pfizer/BioNTech (mRNA).

Ambas objetivam prevenir complicações graves em infecções do SARS-CoV-2, o vírus da covid-19.

O Ministério da Saúde planeja formar um estoque inicial de 354 milhões de doses, destinadas a vacinações de indução em imunocomprometidos e maiores de 60 anos e vacinação de estimulação em pessoas de 18 a 60 anos.

Segundo o médico Renato Kfouri, para o cenário de 2022 é preciso levar em conta características como resposta imune na população mais vulnerável e duração de proteção, o que "parece tender para as vacinas de vetor viral e de RNA mensageiro".

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