"Este não é um começo de guerra. Ele evita um confronto militar global e põe fim à guerra que está em curso [em Donbass]", disse Zakharova.

A diplomata russa ressaltou que uma verdadeira guerra sanguinária com vítimas civis continuou em Donbass nos últimos oito anos.

"A guerra foi travada em diferentes frentes: experimentamos a pressão das sanções e na frente da informação vimos algumas falsificações monstruosas contra nós que não se pode ler em nenhum livro. Além disso, houve uma guerra psicológica – tentativas foram feitas para colocar nosso povo e nossa elite uns contra os outros, e assim por diante", disse Zakharova.

O presidente russo Vladimir Putin declarou o reconhecimento das repúblicas de Donetsk e Lugansk em 21 de fevereiro, em um cenário de crescentes tensões em Donbass, bombardeios maciços de artilharia e evacuação de civis. Tratados sobre amizade, cooperação e assistência mútua foram assinados com seus líderes.

Nesta quinta-feira (24), Putin informou que atendendo a um pedido dos líderes das repúblicas em Donbass, ele havia tomado a decisão de realizar uma operação militar especial na região. O líder russo afirmou que os planos de Moscou não incluem a ocupação de territórios ucranianos.

Atualização 25/02/2022

O Presidente Xi Jinping disse nesta sexta-feira (25) que o lado chinês apoia o lado russo na resolução da questão através de negociações com o lado ucraniano.

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