A reabertura do empreendimento de US$ 5 bilhões na China continental, o maior da Walt Disney fora dos Estados Unidos, marca o primeiro passo da recuperação da empresa. As propriedades da Disney em Anaheim, Orlando, Tóquio, Paris e Hong Kong continuam fechadas.

O governo central da China decidiu que as atrações turísticas podem reabrir, mas apenas se limitarem o número de visitantes a 30% de sua capacidade.

O Shanghai Disneyland Park, que possui capacidade para receber 80.000 visitantes por dia, começará operando com menos de 24.000 pessoas.

Bob Chapek, executivo-chefe da Disney, disse na semana passada que o parque está reabrindo com venda de ingressos "muito abaixo" do limite do governo "para garantir que os funcionários possam impor novas regras de segurança, incluindo verificações de temperatura dos visitantes na entrada".

A maioria dos passeios e atrações do parque, incluindo todas as suas lojas, cafés e restaurantes, estarão abertos, mas shows de teatro e áreas de recreação infantil permanecerão fechados neste primeiro momento.

Para evitar aglomerações, desfiles e espetáculos noturnos também estão suspensos, e os visitantes não poderão tirar selfies com os personagens de desenhos animados.

Para manter as pessoas afastadas, marcas coloridas no chão indicam onde os visitantes devem ficar enquanto esperam nas filas ou assistem um espetáculo Foto: © Disney
Para manter as pessoas distantes, marcas no chão orientam os visitantes nas filas. Foto: © Disney

Com novos casos de Covid-19 em quase zero, a China reabriu locais turísticos como a Grande Muralha e o complexo do palácio da Cidade Proibida em Pequim.

Durante o feriado do Dia do Trabalho na China continental, que caiu nos primeiros cinco dias de maio, mais de 115 milhões de viagens foram feitas no país, ante 195 milhões no ano anterior, segundo o Ministério da Cultura e Turismo.

* Com informações da Barron's, South China Morning Post, People, New York Times

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