Na quarta semana de junho, a taxa de desemprego subiu para 13%, correspondendo a 12,4 milhões de pessoas, enquanto o número de trabalhadores na informalidade caiu para 28,5 milhões. No início de maio, eram 30 milhões.

A pesquisa mostra também que continua caindo o número de pessoas ocupadas que estavam temporariamente afastadas do trabalho. Na quarta semana de junho eram 10,3 milhões face 16,6 milhões no início de maio.

Força de trabalho

O IBGE estima que 170 milhões de pessoas estavam em idade para trabalhar, mas somente 82,5 milhões estavam ocupadas.

A população que não estava trabalhando nem procurava por trabalho era de 75 milhões de pessoas. Nessa população, cerca de 27 milhões de pessoas disseram que gostariam de trabalhar.

Fechamento de empresas

Das 1,3 milhão de empresas que estavam fechadas (temporária ou definitivamente) na primeira quinzena de junho, 522,7 mil (40%) encerraram suas atividades por causa da pandemia, sendo que 520 mil (99%) tinham até 49 empregados. 258,5 mil (49,5%) delas eram do setor de Serviços, 192,0 mil (36,7%) do Comércio, 38,4 mil (7,4%) da Construção e 33,7 mil (6,4%) da Indústria.

Do total de empresas em funcionamento, 70% informaram que a pandemia teve impacto negativo. Entre os setores, essa percepção negativa foi de 75% entre as empresas de Serviços, Indústria e Construção e 65% de Comércio.

* Com informações do IBGE

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