Durante a apresentação, nesta quinta-feira (8), o Vice-Presidente Hamilton Mourão defendeu também a manutenção do teto federal de gastos.

“Uma coisa é clara: temos que operar dentro do limite da âncora que temos hoje que é a questão do teto de gastos”, afirmou. “Não podemos fugir da âncora fiscal, senão o País quebra e, se o País quebrar, vamos ficar igual ao nosso vizinho do sul, igual à Argentina, eterno mendigo”.

O Vice-Presidente apontou ainda a necessidade de medidas liberalizantes, como a desvinculação do Orçamento, a realização de privatizações e a redução da burocracia.

Segundo Mourão, só poderá haver aumento salarial para o funcionalismo público caso a economia volte a crescer e a arrecadação aumente.

“A sociedade tem que entender que acabou a era do dinheiro fácil. O próprio estamento estatal, o funcionalismo público tem que entender que só pode haver aumento salarial se houver aumento da arrecadação que vem no rastro de aumento do Produto Interno Bruto, fruto de um desenvolvimento sustentável”.

Ao encerrar a apresentação, o Vice-Presidente pediu serenidade no enfrentamento da crise e da pandemia.

“O medo gera raiva, a raiva gera ódio e o ódio gera ressentimento. Isso aí foi dito pelo Mestre Yoda, lá na série Star Wars. Vamos lembrar: Yoda, hein?”, concluiu.

* Com informações da Agência Brasil

Veja também: