Do dia 26 de agosto até 31 de dezembro, o Ministério da  Economia  e seus órgãos vinculados em todo o Brasil pretendem economizar  366 milhões de reais com ações como o corte de despesas na aquisição do  famoso cafezinho, e de gastos com energia elétrica e passagens aéreas  internacionais.

As medidas, publicadas em  portaria do Ministério da Economia nesta quinta-feira, são para garantir  o funcionamento de serviços essenciais, como as atividades de  fiscalização da Receita Federal, do Trabalho, comércio exterior, dos  sistemas de pagamentos do INSS e dos servidores públicos.

O secretário-executivo do Ministério, Marcelo Guaranys, detalhou.

A  secretária de Gestão Corporativa do Ministério da Economia, Danielle  Calazans, explicou que a portaria foi pensada justamente para garantir o  funcionamento dos serviços essenciais à população.

Ate o  final do ano, órgãos ligados ao Ministério da Economia não podem  contratar novos serviços de café, passagens áreas internacionais,  serviços de telefonia, programas de computador, treinamentos, servidores  terceirizados e estagiários. Haverá exceções, por exemplo, uma viagem  relevante que o ministro Paulo Guedes precise fazer.

Outra  medida que ajudará na redução de despesas será o desligamento das  luzes, dos departamentos administrativos que não atendem ao público, às  seis horas da tarde. Apenas no prédio do Ministério do Rio de Janeiro, a  previsão é que a conta de luz diminua de seiscentos mil para trezentos  mil por mês.

A portaria do Ministério ainda prevê  redução nos contratos que já estão vigentes. Em até 30 dias, os órgãos  precisam reduzir em até 10% o valor total dos contratos para locação de  imóveis, veículos, máquinas e equipamentos. Também diminuir em 50% os  contratos de estágio que já existem.