A cobertura facial em espaços públicos internos continua obrigatória, e as autoridades de saúde também recomendam o uso de máscara ao participar de uma grande reunião ao ar livre.

“Devemos nos comportar corretamente para não atrapalhar o progresso feito”, advertiu o chefe do Ministério da Saúde de Israel, Chezy Levy.

O país estaria “correndo riscos” ao relaxar as medidas restritivas anti-coronavírus, especialmente nas escolas, advertiu Levy, que lembrou aos cidadãos que 20% dos professores ainda não foram vacinados.

Atualmente, não é permitido que crianças menores de 16 anos sejam vacinadas, mas a permissão pode ser dada no próximo mês, com a recomendação de um programa para vacinar as pessoas de 12 a 15 anos de idade.

Pode levar algum tempo para se adaptar ao retorno do aprendizado em tempo integral, admitiu o Ministério da Educação de Israel.

“O retorno à rotina é acompanhado pelo medo das lacunas que foram criadas”, afirmou o Ministério em carta citada pelo Jerusalem Post, acrescentando que o medo do coronavírus, "que ainda não saiu do mundo", também paira no ar.

Israel está entre os países que apresentam o progresso de imunização per capita mais rápido.

Quase cinco milhões de residentes em Israel – mais da metade da população – já foram inoculados com duas doses de imunizantes, a maioria recebendo a vacina covid Comirnaty da Pfizer / BioNTech.

Na sexta-feira (16), em 14.000 pessoas testadas para infecção pelo SARS-CoV-2, o coronavírus causador da covid-19, cerca de 100 casos positivos foram diagnosticados, o que representa 0,7% da amostragem.

“A taxa de infecção em Israel é muito baixa, graças ao sucesso da campanha de vacinação ... e, portanto, é possível aliviar [as restrições]”, disse a agência de notícias AFP citando o Ministro da Saúde, Yuli Edelstein.

Existem atualmente cerca de 2.600 pacientes com covid-19 em Israel.

* Com informações do Jerusalem Post, AFP

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