Os gastos com habitação, que tiveram alta de preços de 1,2%, foram os principais responsáveis pela inflação de 0,2% de julho. A energia elétrica, com alta de 4,5% foi o item que mais pesou no grupo.

O custo da energia ficou mais caro por conta da bandeira amarela e de reajustes em concessionárias de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Também ficou mais cara para o consumidor a tarifa de água e esgoto (0,7%).

Tiveram deflação (quedas de preços) transportes (-0,2%) e vestuário (-0,5%). Os combustíveis tiveram queda de preços de 3%.

O índice de variação de preços de alimentos permaneceu zerado no mês. O resultado do grupo foi balanceado com a subida de preços da cebola, das frutas e das carnes de um lado e queda do tomate, feijão carioca, hortaliças e batata-inglesa de outro lado.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) , que mede a inflação para famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, também divulgado nesta quinta-feira (8) pelo IBGE, apresentou variação de 0,10%. O resultado é o menor, para um mês de julho, desde 2013.

* Com informações do IBGE