Fonte: IBGE

O grupo Habitação apresentou o maior impacto positivo no cálculo do  IPCA. No mês de maio foi registrado um aumento de 2,2% na energia  elétrica. No grupo Saúde e Cuidados Pessoais, os remédios subiram 0,8%  em maio e os perfumes cairam 1,6%.

Entre as maiores variações  negativas do grupo Alimentação e Bebidas, encontram-se os preços do  tomate (-15%) e do feijão-carioca (-13%).

“No mês de maio tivemos  uma melhora climática. No caso do feijão e do  tomate, tivemos o período  de segunda safra, que intensificou a  colheita”, afirmou Pedro Kislanov  da Costa, analista do IBGE.

O IPCA é calculado  pelo IBGE desde 1980, se refere  às famílias com rendimento de 1 a 40  salários mínimos,  qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões  metropolitanas do país,  além dos municípios de Goiânia, Campo Grande,  Rio Branco, São Luís,  Aracaju e de Brasília. Para o cálculo do índice  do mês foram comparados  os preços coletados entre 1º de maio e 29 de  maio de 2019 (referência)  com os preços vigentes entre 30 de março e 30  de abril de 2019 (base).

INPC fica em 0,15% em maio

O  Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do  mês de maio  apresentou variação de 0,15%. Foi o menor resultado para um mês de maio  desde  2006, quando a taxa foi de 0,13%.

O INPC é  calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às  famílias com rendimento  de 1 a 5 salários mínimos, sendo o  chefe assalariado, e abrange dez  regiões metropolitanas do país, além  dos municípios de Goiânia, Campo  Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e  de Brasília. Para o cálculo do  índice do mês foram comparados os preços  coletados entre 1º de maio e  29 de maio de 2019 (referência) com os  preços vigentes entre 30 de  março e 30 de abril de 2019 (base).

* Com informações da Agência IBGE