“Este ano vamos fazer outros grupos que não os idosos. Devemos fazer  [vacinação] nas forças de segurança, na população presidiária completa, nos agentes penitenciários. Devemos fazer a ampliação de segmentos para diminuir a circulação epidêmica”, disse o Ministro.

A antecipação objetiva reduzir a esperada sobrecarga do sistema público de saúde e também a ajudar no diagnóstico de pacientes vacinados com quadro gripal. As viroses cobertas pela vacina seriam afastadas na investigação, explicou Mandetta

"As influenzas A e B são mais comuns que o coronavírus e a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe diminui a situação endêmica dos vírus respiratórios no País, por isso é tão importante que as pessoas que fazem parte do público-alvo da campanha procurem uma unidade de saúde", disse o Ministro da Saúde.

O  Secretário-Executivo da pasta, João Gabbardo dos Reis, também comentou a antecipação da campanha de vacinação contra a gripe.

"Se nós não fizermos a vacina, muito mais pessoas terão síndromes gripais. Então, teremos muito mais gente ocupando os espaços e clínicas de saúde, que poderiam ter evitado com a vacina da gripe", afirmou o Secretário. "Facilita para o profissional de saúde saber se ele já está vacinado. A amplitude de diagnóstico diminui e pode ser mais fácil de avaliar".

* Com informações do Ministério da Saúde

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