Segundo o Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, as taxas de juros serão inferiores a 1% ao mês, com período de carência de até 12 meses. Os empréstimos serão realizados por 17 bancos e instituições financeiras credenciadas junto ao Fungetur, mas a maior parte das linhas de crédito serão operadas pela Caixa.

“Vai haver uma avaliação de crédito. Mas deixo aqui um exemplo importante: uma possibilidade de até R$ 200 mil, de esse crédito ser fidejussório, ou seja, com apenas o aval dos sócios da empresa”, afirmou o Ministro.

“O Ministério do Turismo, através do Fungetur, entra no compartilhamento do risco [do crédito] de até 25% com as instituições financeiras, exatamente para flexibilizar a exigência de garantia, para que não seja tão exacerbada como tem sido nos créditos normais”, acrescentou.

"Esse recurso é de livre utilização", explicou Álvaro Antônio. "Pode ser utilizado para capital de giro, para compra de equipamentos ou para reformas".

O crédito será dirigido às seguintes áreas:

  • agências de turismo;
  • meios de hospedagem;
  • locadoras de veículos;
  • casas de espetáculos e equipamentos de animação turística;
  • transportadoras de turismo;
  • centros de convenções;
  • parques aquáticos;
  • parques temáticos;
  • empreendimentos de apoio ao turismo náutico ou à pesca desportiva;
  • empreendimentos de entretenimento e lazer;
  • acampamentos turístico;
  • organização de eventos;
  • prestação de serviços de infraestrutura de apoio a eventos;
  • prestação de serviços em segmentos turísticos; e
  • restaurantes, cafeterias e bares.

Na próxima semana a pasta deverá lançar uma linha de crédito específica para atender os cerca de 20 mil guias de turismo em todo o País, com empréstimos em condições especiais e limitados a R$ 5 mil por profissional.

* Com informações da Agência Brasil, G1

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