A GM tem 828 funcionários na Austrália e Nova Zelândia e outros 1.500 na Tailândia.

Karen Andrews, Ministra da Indústria, Ciência e Tecnologia da Austrália, disse que a decisão da GM foi lamentável, pelos 500 trabalhadores que perderão seus empregos, mas também porque a montadora somente entrou em contato com o governo com a decisão já tomada e na véspera do anúncio.

Na Tailândia, a decisão de vender a fábrica da GM em Rayong, sul de Bangkok, pode acabar sendo uma boa notícia para os trabalhadores de lá.

Liu Xiangshang, VP de estratégia global da Great Wall Motors, disse que a expansão tailandesa faz parte do impulso global da empresa, após o lançamento de uma fábrica em Tula na Rússia em 2019 e planeja adquirir a fábrica da GM Talegaon na Índia.

A CEO da GM, Mary Barra, disse que a empresa quer se concentrar em mercados onde possa gerar retornos fortes, reduzindo as operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia para a venda de veículos especiais.

A GM está fazendo os mesmos movimentos no Japão, Rússia e Europa, onde não tem escala significativa.

"Estamos buscando uma presença de nicho com a venda de veículos importados de alta lucratividade", disse o SVP de operações internacionais Julian Blissett.

* Com dados e informações do The Japan Times

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