Uma escola de negócios de cada um de cinco outros países europeus completou o primeiro nível do ranking: London Business School do Reino Unido, Iese da Espanha, SDA Bocconi da Itália, St Gallen na Suíça e ESMT Berlin da Alemanha.

As instituições do Reino Unido foram bem representadas em geral. Onze delas foram colocados no segundo nível, lideradas por Oxford: Saïd, Cambridge: Judge, Imperial e Warwick, refletindo seu apelo global e a contínua atratividade do país para futuros gerentes, líderes e empresários.

A Rússia agora tem três escolas de negócios no ranking, a Turquia tem duas e a Polônia, Hungria, República Tcheca e Eslovênia têm uma cada.

As escolas europeias dominam globalmente na oferta de programas de formação em gestão (Master in Management – MiM), que foram pioneiros e que são vistos como uma alternativa mais barata aos MBAs (Master in Business Administration), criados pela primeira vez na América do Norte.

As instituições em ambos os continentes estão enfrentando a concorrência das escolas de negócios da Ásia, uma vez que as economias em rápido crescimento, lideradas pela China, geram forte demanda entre os alunos.

Em um sinal de mudança na demanda, entre as escolas europeias avaliadas pelo FT tanto em 2020 quanto em 2021, o tamanho médio das turmas dos programas de MBA caiu em 15 alunos no ano passado, para 112, enquanto entre os cursos MBAs executivos (EMBA) caiu em seis participantes, para 72. Em contraste, as matrículas no MiM aumentaram em 26 alunos, em média, para 330.

A avaliação FT é um “ranking de rankings” derivado do desempenho das escolas europeias nas classificações individuais mais recentes de provedores globais para MBAs, EMBAs e MiMs, bem como para cursos de educação executiva sem graduação.

As classificações individuais do FT levam em consideração os resultados da formação adquirida, incluindo salário e progresso na carreira, bem como fatores como a qualidade da pesquisa e a diversidade internacional dos alunos e professores das escolas.

Ranking 2021

* Com informações e dados do Financial Times (FT)

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