Entre maio e julho foram fechados 2,8 milhões de postos de trabalho formal no setor privado.

Na comparação com o período maio-julho de 2019, o saldo líquido é negativo em 3,8 milhões de empregos CLT, redução de 11,3% de trabalhadores formais do setor.

A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, destacou que o mercado de trabalho tem um cenário de perdas de ocupação quantitativas e qualitativas.

“Teve uma redução muito acentuada do trabalho com carteira e ele tem uma dificuldade maior de se recompor do que, por exemplo, o trabalhador informal, que sai rápido, mas também volta rápido até porque não tem nenhuma proteção para poder ficar por um período maior fora do mercado de trabalho”.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado caiu a 8,7 milhões de trabalhadores – um recuo de 25% (menos 3 milhões) na comparação com maio-julho de 2019.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada na quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

* Com informações do IBGE

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