Em fala de poucos minutos à milhares de apoiadores e simpatizantes reunidos próximos do Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio, o Presidente Jair Bolsonaro lamentou neste domingo (23) todas as mortes ocorridas no País e defendeu a liberdade e a democracia.

“Lamento cada morte havida no Brasil, cada morte, não importa a motivação da mesma. Mas nós temos que ser fortes, nós temos que enfrentar desafios, viver e sobreviver”, disse o Presidente.

“É obrigação nossa lutar por liberdade, lutar por democracia e realmente fazer com que nosso País mude”, acrescentou.

“Nós não tiramos o emprego de ninguém, muito pelo contrário, fizemos o possível para que eles fossem mantidos. Estamos ainda em um momento difícil, mas se Deus quiser, logo ele passará. Temos que viver, temos que ter alegrias também, temos que ter ambições, temos que ter esperança”, disse Bolsonaro.

Apesar das pressões políticas, o Presidente reafirmou que não irá decretar medidas restritivas de liberdade.

O Exército Brasileiro “jamais irá às ruas para manter vocês dentro de casa”, disse.

Mais cedo, Bolsonaro participou de um passeio motociclístico com milhares de apoiadores e simpatizantes, saindo do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, até o Monumento aos Pracinhas, no Aterro, tendo recebido muitas manifestações de apoio de pessoas nas calçadas ao longo do percurso de 37 quilômetros.

Do Rio, Bolsonaro viajou para Quito, onde acompanhará a posse do novo presidente do Equador, Guillermo Lasso, nesta segunda-feira (24).

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