A Eletrobras divulgou na quarta-feira (9), por meio de um comunicado ao mercado, que foi assinado o contrato de prestação de serviços que permitirá a retomada das obras da Usina Nuclear de Angra 3, no âmbito do Plano de Aceleração do Caminho Crítico, entre a subsidiária Eletronuclear e o consórcio formado por Ferreira Guedes, Matricial e ADtranz.

O consórcio foi escolhido em julho passado após licitação de R$ 292 milhões.

Posteriormente, será realizada outra licitação para a finalização das obras civis e a montagem eletromecânica da usina.

A Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), localizada em Angra dos Reis, RJ, é constituída por três unidades:

  • Angra 1 (640 MW) - projetada pela Westinghouse. A construção foi iniciada em 1972 e entrou em operação comercial em 1985.
  • Angra 2 (1.300 MW) - projetada pela Siemens/KWU. As obras tiveram início em 1976 e a operação comercial começou em fevereiro de 2001.
  • Angra 3 (1.405 MW) - projetada pela Siemens/KWU. A construção começou em 1984 e está paralisada desde 2015, com cerca de 70% das obras já terminadas.

Atualização 10/04/2022

A matriz energética brasileira avançou 347 megawatts (MW) em março de 2022.

  • 126,3 MW por usinas termelétricas (36%)
  • 100,4 MW por usinas solares fotovoltaicas (29%)
  • 73,4 MW por usinas eólicas (21%)
  • 47,1 MW por pequenas centrais hidrelétricas (14%)

No primeiro trimestre de 2022, o aumento na capacidade instalada foi de 1.367 MW, com novos empreendimentos em 11 estados de quatro regiões brasileiras. Destacam-se a Bahia (421,5 MW), o Rio Grande do Norte (306,6 MW) e o Paraná (189,4 MW).

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