A atividade econômica estava 4% abaixo dos níveis pré-pandemia antes do novo lockdown ser imposto no final de outubro.

Embora as novas medidas aprofundem a recessão, o Banque de France acredita que serão menos destrutivas do que durante o primeiro lockdown do país no início deste ano.

As atividades fabris e de construção não serão suspensas e os serviços públicos permanecerão abertos, enquanto mais empresas se adaptaram ao trabalho remoto.

O banco estimou que o novo lockdown custará à economia do país 12% do PIB de novembro – em abril, o impacto do lockdown custou 30%.

* Com informações The Local

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