No trimestre encerrado em fevereiro, o número de ocupados foi estimado em 95 milhões, estável frente ao trimestre encerrado em novembro.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 34,6 milhões de pessoas, subindo +1,1% (371 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e +9,4% (acréscimo de 3 milhões de pessoas) na comparação anual.

O número de empregadores (4,1 milhões de pessoas) subiu +5,2% (203 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e +7,6% (287 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,3 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e teve alta +18,5% (1,9 milhão de pessoas) na comparação anual.

O número de trabalhadores por conta própria (25,4 milhões de pessoas) caiu na comparação com o trimestre anterior (-1,9% ou menos 488 mil pessoas), mas subiu +8,6% (mais 2 milhões de pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

“Essa retração foi bem disseminada entre as atividades como, por exemplo, Comércio, Construção, e Alojamento e alimentação. Como esse grupo representa uma parte significativa dos trabalhadores informais, houve um reflexo direto na diminuição da informalidade no trimestre”, analisa a Coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

Os informais totalizaram 38,3 milhões, face 38,6 milhões no trimestre anterior.

A taxa composta de subutilização (23,5%) caiu -1,5 ponto percentual em relação ao trimestre de setembro a novembro (25%) e -5,7 pontos percentuais na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro de 2021 (29,2%).

A população subutilizada (27,3 milhões de pessoas) teve queda de -6,3% (menos 1,8 milhão) frente ao trimestre anterior (29,1 milhões) e de -17,8% (menos 5,9 milhões) na comparação anual (33,1 milhões).

A população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (6,6 milhões de pessoas) apresentou redução em relação ao trimestre anterior, de -12,5% (menos 944 mil pessoas). Em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2021, a queda foi de -4,2% (menos 294 mil pessoas).

Moradores em situação de rua de São Paulo disputam com traficantes de drogas que atuam na região da Avenida Paulista o espaço do túnel que faz a ligação da via com a Avenida Dr. Arnaldo. Foto: © BK/Frontliner
Moradores em situação de rua de São Paulo disputam com traficantes de drogas que atuam na região da Avenida Paulista o espaço do túnel que faz a ligação da via com a Avenida Dr. Arnaldo. Foto: © BK/Frontliner

* Com informações do IBGE

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