A contribuição do resultado positivo veio do indicador que mede a percepção sobre a situação atual da carteira de contratos, que avançou 2,3 pontos, e do indicador da situação atual dos negócios, que subiu 2,7 pontos.

O Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 1,9 ponto, passando para 97,9 pontos, maior nível desde janeiro de 2014  (99,1  pontos): o indicador de demanda prevista nos próximos três meses avançou 2,7 pontos e o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses aumentou 0,9 ponto.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor variou 0,7 ponto percentual, para 69,6%, alcançando a quinta alta consecutiva. Tanto o  NUCI para Máquinas e Equipamentos quanto o NUCI para Mão de Obra subiram, 0,2 e 0,8 ponto percentual respectivamente.

“A sondagem de agosto mostra que a percepção dominante é de que o  ambiente de negócios está mais favorável, tornando os empresários mais  confiantes na recuperação do setor. Essa melhora por três meses  consecutivos do ICST e seus componentes mostra uma maior consistência do  movimento de retomada. No entanto, deve-se dizer que os empresários  estão menos insatisfeitos, uma vez que o ISA permanece em um patamar que  ainda indica atividade baixa. Vale notar que o ritmo de melhora se  mostra muito lento, insuficiente para alavancar a economia”, observou  Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

* Com informações e dados do FVG IBRE