O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou nesta quinta-feira (15) o  Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento para facilitar o acompanhamento desses menores que esperam por uma nova vida.

A ferramenta estará em funcionamento em todo o Brasil até o dia 12 de outubro.  

O novo sistema do CNJ unificou dois cadastros nacionais que  existiam: o de Adoção e o de Crianças Acolhidas.

O presidente do conselho, Dias Tofolli, afirmou que o novo mecanismo vai reunir em um mesmo local todos os dados sobre crianças abrigadas e na fila da adoção em todo o país. O secretário especial de programas do CNJ, Richard Pae kim, destaca as principais vantagens do novo método  para os pretendentes a adoção.

Além dos pretendentes à  adoção, os juízes também terão vantagens com o novo sistema de adoção e acolhimento. Eles irão receber alertas automáticos sobre os procedimentos que precisam ser realizados para evitar o prolongamento desnecessário da permanência de uma criança em abrigo. Um desses alertas manterá o magistrado avisado do prazo legal de 90 dias para reavaliar a  situação de cada acolhido.

Qualquer pessoa também poderá acessar informações do SIstema Nacional de Adoção no site do CNJ.  O novo mecanismo já funciona no Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Bahia, São Paulo, Alagoas e Paraná.

Nos próximos dias, chegará ao DF, GO e RR e em outubro a todo o Brasil.