A China exportou 730.000 toneladas de gasolina no mês passado, mostraram dados da Administração Geral da Alfândega, abaixo de 840.000 toneladas em maio e 1,45 milhão de toneladas em junho do ano passado.

As exportações de diesel foram de 330.000 toneladas em junho, em comparação com 120.000 toneladas em maio, e 2,36 milhões de toneladas um ano antes.

As exportações de diesel para o período janeiro-junho totalizaram 2,06 milhões de toneladas, queda de 84% em relação ao ano anterior.

As exportações totais de refinados em junho – 3,21 milhões de toneladas, foram as mais baixas desde janeiro de 2017.

As autoridades chinesas emitiram cotas de 5 milhões de toneladas no início deste mês para exportações de combustível refinado, após licenças que somaram 4,5 milhões de toneladas em junho, o suficiente para as refinarias chinesas lucrarem com as vendas ao mercado externo, mas não para aliviar a crise global.

O total embarcado no semestre foi 40% menor do que há um ano.

As exportações foram supostamente limitadas após a intervenção russa na Ucrânia, uma vez que as autoridades chinesas disseram ter pedido às refinarias estatais do país que considerassem suspender as exportações de diesel e gasolina em abril devido a preocupações crescentes com o fornecimento de petróleo.

Os dados também mostraram exportações de combustível de jato, incluindo reabastecimento em aeroportos chineses para voos internacionais, em 520.000 toneladas em junho, contra 810.000 toneladas em maio e 910.000 toneladas um ano antes. No acumulado do ano, somaram 4,28 milhões de toneladas (+15%).

Importações

As importações de gás natural liquefeito (LNG) em junho caíram -26% na comparação intranual, para 4,82 milhões de toneladas, com as compras no acumulado do ano somando 20,8% em relação ao ano anterior.

As importações via gasoduto, principalmente do Turquemenistão e da Rússia, cresceram +11,5% em 12 meses, para 3,9 milhões de toneladas. No semestre, aumentaram +11,3% em relação ao ano anterior, para 22,32 milhões de toneladas.

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