“Hoje, conversando com investidores, deixei bem claro que a Câmara não irá, em nenhuma hipótese, prorrogar o estado de calamidade para o ano que vem”, afirmou Maia em rede social. “Soluções serão encontradas dentro deste orçamento, com a regulamentação do teto de gastos”.

“A gente já viu que ideias criativas, em um passado não tão distante, geram desastres econômicos e impactam a vida das famílias brasileiras. Eu, como primeiro signatário da PEC da Guerra, não posso aceitar que ela seja desvirtuada para desorganizar o nosso Estado, a economia”, escreveu o Presidente da Câmara.

“Não há caminho fora do teto de gastos”, afirmou Rodrigo Maia.

Decretado pelo governo federal em função da pandemia e aprovado pela Câmara e pelo Senado em março deste ano, o estado de calamidade pública está previsto para vigorar até 31 de dezembro. Um dos principais aspectos do decreto é permitir ao governo federal descumprir a meta fiscal estabelecida para 2020.

O orçamento de 2020 previa déficit primário de R$ 124 bilhões (1,7% do PIB). A estimativa corrente indica déficit de R$ 870 bilhões (12% do PIB).

* Com informações da Agência Brasil

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