"Estamos negociando com o Onyx Lorenzoni [Ministro da Cidadania], Paulo Guedes [Ministro da Economia, [Rogério] Marinho [Ministro do Desenvolvimento Regional], entre outros, a questão de um auxílio ao nosso povo, que está ainda numa situação bastante complicada", afirmou o Presidente durante cerimônia no Palácio do Planalto.

As regras, a duração e o valor do auxílio ainda estão em discussão.

Bolsonaro lembrou as limitações fiscais do governo para expandir gastos.

"Sabemos, Paulo Guedes, que estamos no limite do nosso endividamento e devemos nos preocupar com isso. Temos um cuidado muito grande com o mercado, com os investidores e com os contratos. Nós não podemos quebrar nada disso, caso contrário, não teremos como garantir realmente que o Brasil será diferente lá na frente", acrescentou.

Guedes defende que uma nova rodada do auxílio emergencial deve estar dentro do orçamento e ser acionada apenas em caso de nova calamidade pública. Para o Ministro da Economia, a nova versão do auxílio deveria ser focada na população não atendida por nenhum programa social.

* Com informações da Agência Brasil

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