A reserva internacional de US$ 206 bilhões do banco até então só detinha dólares americanos, euros e a libra britânica.

O ajuste de Israel na alocação aproxima a composição da reserva em relação ao resto do mundo, embora ainda não tenha investido no franco suíço, sinalizando uma mudança nas "diretrizes e filosofia de investimento do banco", disse o vice-governador do Banco de Israel, Andrew Abir.

Uma pesquisa do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a composição global das reservas cambiais totais mostra que no final de 2021 o euro representou perto de 20%, o dólar pouco menos de 59%, ponto mais baixo em mais de duas décadas, e a libra quase 5%. O yuan alcançou no terceiro trimestre 2,8% das reservas mundiais.

A nova cesta de moedas de Israel também reflete a transformação dos fluxos comerciais do país, resultado de uma indústria tecnológica em expansão com alcance global, e a descoberta de gás natural.

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