A pesquisa vai selecionar 80 pessoas, com idades entre 18 e 65 anos, que sejam usuários de crack há pelo menos 12 meses.

Os voluntários serão tratados por onze semanas sem mudança de rotina. O objetivo é avaliar a relação dos usuários com o crack (cocaina) depois de iniciado o uso de canabidiol, registrando ocorrências de ansiedade e o aumento ou diminuição do uso de crack.

Os selecionados serão divididos em dois grupos: um receberá o tratamento utilizado pelo SUS e o outro receberá canabidiol – sem que os pacientes saibam qual medicamento estão tomando. O usual é ter um grupo de controle recebendo placebo.

Na reportagem dramatizada e ativista da Radioagência Nacional, constam assertivas não comprovadas cientificamente, deixando dúvidas sobre a finalidade do estudo.

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* Com informações da EBC