A Amil está vendendo cerca de 370 mil dos 465 mil beneficiários de seus planos individuais. As carteiras de São Paulo, Rio e Curitiba somam lucro operacional de R$ 264 milhões. A operadora não vende há muitos anos planos para pessoa física e com isso, as carteiras tem um grande número de idosos, com alto custo.

O UnitedHealth Group, controlador da Amil, tenta se desfazer dessas carteiras desde o primeiro semestre.

Pelas regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a empresa que adquirir essas carteiras é obrigada a oferecer aos usuários hospitais do mesmo padrão dos ofertados pela Amil.

Buscando atrair operadoras verticais, o grupo agora incluiu na oferta os hospitais Paulistano, Caieiras e Sumaré, em São Paulo, e o Hospital Vitória, em Curitiba.

Os quatro hospitais colocados à venda são os mais utilizados pelos clientes dos planos individuais, mas há uma parcela que contratou direito a outros hospitais.

* Com informações do Valor Econômico

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